Equipe de Major Costa e Silva afirma que ataque teve motivação política

Por Metro Jornal

Em um vídeo divulgado na página do candidato a governador de São Paulo Major Costa e Silva (DC), que teve o carro alvejado na noite de quarta-feira (3) em Ribeirão Pires, um membro da equipe do político afirma que o ataque teve motivações políticas.

"Ele estava sofrendo uma pressão muito grande, e essa pressão era pra fechar um tipo de acordo com o sistema político dominante. O Major se recusou a fazer qualquer tipo de aliança ou de apoio em troca de benefício ou secretaria", diz o assessor, que não se identificou.

O coordenador de campanha de Costa e Silva, capitão Amilton Munhoz, dirigia o veículo no momento do crime, e chegou a ser atingido por um tiro. Ele está internado e seu estado de saúde é estável – Munhoz usava um colete à prova de balas. Em outro vídeo divulgado pela assessoria, o capitão relata o ataque.

"Eu senti o tiro nas costas e pisei no freio. Eu falei para o Costa ‘começa a atirar’, foi então que ele reagiu e atirou em nossa defesa. Como do meu lado eu já tinha percebido que era mato, eu falei ‘eu vou tombar o carro no mato para usá-lo de escudo’, que é uma tática militar.", afirmou.

Os dois voltavam de um compromisso em Mauá quando foram surpreendidos por dois homens armados em uma motocicleta na estrada Cooperativa. O major não foi atingido. Ele atirou de volta em direção à dupla, que fugiu.

O candidato e seu assessor foram levados ao hospital Santa Helena, em Santo André e passaram por exames. A equipe de campanha afirma que os dois devem ter alta médica em breve.

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