Em programas, Doria se justifica e Lula pede voto

Por Metro Jornal
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Candidato ao governo do estado pelo PSDB, João Doria usou o tempo nesta segunda-feira na propaganda eleitoral gratuita na TV para justificar sua renúncia à Prefeitura de São Paulo. Já o programa do PT trouxe o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pedindo votos para os candidatos do partido, mas sem mostrá-lo diretamente como presidenciável.

Doria começou dizendo que, antes de falar do futuro precisava conversar “sobre o passado”, em referência à saída da prefeitura em abril após 15 meses de governo. O ex-prefeito disse respeitar a “chateação” do eleitorado, mas que como governador terá “mais força, condições e recursos para trabalhar para mais pessoas” e que ajudará o atual prefeito da capital, Bruno Covas, que era seu vice, a cumprir as promessas que ambos fizeram.

O ex-presidente Lula, que teve o seu registro de candidatura à Presidência barrado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), apareceu em rápida inserção na propaganda de Luiz Marinho, do PT, apertando sua mão e dizendo ter “certeza” que o candidato fará a “diferença” no estado.

O primeiro programa de Marinho, semana passada, trazia Lula como narrador e foi advertido pelo TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) por usar um apoiador além do tempo legal.

Na propaganda petista de ontem, Lula também teve o nome lembrado por um candidato ao Senado, apareceu em imagens e pediu, em outra gravação, votos para deputados do partido, além de ser citado em um jingle. No programa da noite, o jingle foi repetido, mas sem Lula. Em nenhum momento o ex-presidente foi apresentado de forma direta como candidato.

Paulo Skaf (MDB) disse que vai fazer mais pela educação e saúde. “A prova disso é o que já fiz nos últimos dez anos como presidente do Sesi e do Senai”.

Em busca da reeleição, Márcio França (PSB) defendeu o legado do antecessor, Geraldo Alckmin (PSDB), ao dizer que vai “manter e melhorar tudo que está funcionando”.

O TRE multou ontem França em R$ 16 mil por fazer publicidade no site do governo. A coligação negou a irregularidade e afirmou que vai recorrer.  

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