Noite sem baile funk em Paraisópolis surpreende moradores

Por BandNews FM

Depois de anos de barulho, uma novidade: o Baile do 17, nome "oficial" do pancadão de Paraisópolis, na zona sul de São Paulo, não foi realizado e os moradores do entorno puderam dormir tranquilos.

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Nos últimos anos, a BandNews FM levou ao ar várias reportagens com reclamações por causa da festa. Apesar das constantes queixas e cobranças, a polícia nunca havia conseguido dar uma solução definitiva para o problema; quando entrou na favela, além do barulho, encontrou armas e drogas.

A ausência do barulho surpreendeu os moradores no fim de semana. O fato novo, que não tem a ver necessariamente com o barulho e a criminalidade que incomodam há tempos, é a presença acima do normal de policiais.

Equipes fazem buscas no local desde o desaparecimento, na última quinta-feira (2), da soldado Juliane dos Santos Duarte. A PM foi vista pela última vez num bar na rua Melchior Giola, uma travessa da rua Ernest Renan, sede do Baile do 17.

No perfil no Twitter do Baile do 17, alguns frequentadores lamentaram o fim de semana sem barulho. Outros especulavam sobre os motivos do silêncio. Para muitos, a razão é a presença acima do normal de policiais em busca da soldado desaparecida.

O cerco é realizado com equipes espalhadas dentro e fora de Paraisópolis. De acordo com o capitão Álvaro Zocchio Junior, a PM só vai sair da favela quando tiver pistas sobre o paradeiro da soldado. Ela foi levada por um grupo de bandidos quando estava em um bar. A abordagem foi depois de ela se identificar como policial por causa do sumiço do celular de uma das mulheres que a acompanhava. Testemunhas dizem que a PM foi baleada e tinha sangramentos na altura da cintura.

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