Buraco negro supermassivo permitiu confirmar teoria de Einstein

Por Wellington Botelho

O céu do Chile permitiu confirmar uma teoria do físico Albert Einstein. Graças a observações feitas com o VLT (Very Large Telescope), do Observatório Espacial Europeu (ESO), foram confirmados os efeitos previstos pela teoria da relatividade geral.

O buraco negro supermassivo mais próximo da Terra, obscurecido por espessas nuvens de poeira absorvente, está a 26 mil anos-luz de distância, no centro da Via Láctea.

Este monstro gravitacional, com uma massa de quatro milhões de vezes a do Sol, é cercado por um pequeno grupo de estrelas que orbitam em torno em grande velocidade.

Novas observações infravermelhas, realizadas a partir do norte do Chile, permitiram que os astrônomos seguissem uma dessas estrelas, chamadas de S2, à medida que passava perto do buraco negro durante maio de 2018.

A equipe comparou as medições de posição e velocidade, observações anteriores, previsões de gravidade newtoniana, relatividade geral e outras teorias da gravidade. Os resultados não bateram com as previsões newtonianas e se encaixam perfeitamente com as estabelecidas na relatividade geral.

Mais de cem anos depois de publicar seu artigo, no qual as equações da relatividade geral foram estabelecidas, Einstein provou estar certo mais uma vez.

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