Prefeito interino de SP veta reajuste das gratificações de servidores

Por Metro Jornal

Prefeito em exercício de São Paulo por causa de viagem internacional do titular Bruno Covas (PSDB), o presidente da Câmara, vereador Milton Leite (DEM), sancionou nesta terça-feira a lei que reajusta os benefícios para os servidores da Câmara com veto ao artigo que previa aumentar o valor das gratificações dos que ocupam cargos de chefia.

O projeto aprovado pelos vereadores no fim de maio previa reajustes que variavam de 13% a 74% e podiam fazer o bônus dos funcionários subir de R$ 10 mil para até R$ 16 mil. Parte desses servidores já ganha salários elevados, acima do teto de R$ 24,1 mil.

Pelos cálculos da Câmara, as gratificações, se reajustadas, gerariam custo extra de R$ 4,6 milhões neste ano.

No texto publicado ontem no Diário Oficial em que justificou o veto, o prefeito interino escreveu que o cenário econômico do “país, que alcança, sem sombra de dúvidas, a nossa cidade”, impede o aumento das gratificações.

Leite manteve a reposição salarial de 2,8% e os reajustes no auxílio-alimentação (R$ 573,45) e no auxílio-saúde (até R$ 1.079) dos servidores.  


Cidades não vão elevar salários

A Justiça de São Paulo concedeu ontem liminar que exclui os municípios paulistas da  PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que elevou o teto salarial dos servidores estaduais de São Paulo, em ação proposta pela Prefeitura de São Bernardo.  

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