ABC terá helicóptero para GCMs e saúde

Por Cadu Proieti, Metro Jornal

As prefeituras da região devem ter disponível um helicóptero para fazer serviços voltados à segurança e saúde. O equipamento foi anunciado ontem pelo Consórcio Intermunicipal do ABC e ficará disponível para as GCMs (Guardas Civis Municipais) fazerem patrulhamento aéreo e também para socorros de pacientes em situação de urgência.

O presidente da entidade e prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB), disse que o projeto foi aprovado pelos prefeitos e que passará por apreciação do GT (Grupo de Trabalho) Segurança, composto pelos secretários dessa área de cada município, que darão o aval técnico. O tucano afirmou que se os especialistas no setor aprovarem a proposta, a licitação deve ser aberta ainda neste mês para o serviço começar a funcionar até o fim do ano.

“Ficaria disponível e vocacionada para a GCM, mas faria também, além de todo apoio na segurança, resgate aeromédico. Temos dois hospitais na região capacitados para o recebimento de pacientes por meio de helicópteros, que é o (estadual) Mário Covas e o HC (Hospital de Clínicas) de São Bernardo, além de possíveis  unidades de saúde privada”, afirmou Morando.

Segundo o presidente do Consórcio, um guarda de cada município deve ser treinado pela Polícia Militar, que já realiza o trabalho, para fazer o patrulhamento aéreo. “Temos região territorial muito grande, com várias rodovias e indústrias. Infelizmente, temos problemas de violência que, às vezes, uma viatura não consegue dar suporte ou fazer a perseguição”, justificou o prefeito de São Bernardo. 

O agente de segurança deverá estar acompanhado de médico e paramédico, que farão os atendimentos de saúde.

Morando afirmou que o custo estimado para a contratação do serviço é de R$ 300 mil por mês aos cofres do Consórcio, valor que incluiu despesas com combustível, hangar e o salário do piloto e co-piloto. 

Diadema não será beneficiada pelo serviço porque saiu do grupo que representa as cidades no ano passado alegando dificuldades financeiras em manter o repasse mensal à entidade.

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