Prevista para ficar pronta em 2011, Linha 15-Prata do Monotrilho vai atrasar ainda mais

Por Band News FM

Um impasse entre o governo e a prefeitura de São Paulo vai atrasar ainda mais a entrega da Linha 15-Prata do Monotrilho, na Zona Leste.

Integrante do consórcio responsável por um dos trechos, uma das empreiteiras se vê de mãos atadas diante da impossibilidade de instalação dos pilares e das vigas, de responsabilidade do Estado.

O problema é que a prefeitura ainda não fez as adequações nas avenidas para que as estruturas sejam colocadas.

Prevista para ficar pronta em 2011 e depois em 2016, a Linha 15-Prata do Monotrilho terá quase 8 quilômetros de extensão, ligando o Ipiranga à Cidade Tiradentes.

Procurada pela BandNews FM, a prefeitura ainda não se manifestou.

Em nota enviada ao Metro Jornal, o Metrô disse que as próximas paradas (Jardim Planalto, Sapopemba, Fazenda da Juta e São Mateus) serão inauguradas no próximo trimestre, totalizando os 13,3 km de extensão da linha. Além disso, a estação Jardim Colonial será contratada pelo Metrô com prazo de execução até 2021.

Veja a nota na íntegra:

O Metrô esclarece que o trecho prioritário vai da estação Vila Prudente até a estação São Mateus e está operando com 6 estações (Vila Prudente, Oratório, São Lucas, Camilo Haddad, Vila Tolstói e Vila União). São 7,8 km inaugurados dos quais o trecho compreendido entre Vila Prudente e Oratório funciona desde 2014, diariamente, das 4h40 até meia-noite. Abertas no último mês de abril, as outras quatro estações passam por operação assistida e funcionam de segunda a sexta-feira, das 10h às 15h, sem cobrança de tarifa.

As próximas paradas serão inauguradas no próximo trimestre (Jardim Planalto, Sapopemba, Fazenda da Juta e São Mateus), totalizando os 13,3 km de extensão da linha. A estação Jardim Colonial será contratada pelo Metrô com prazo de execução até 2021. Para a continuidade das obras até o Hospital Cidade Tiradentes, será necessária a execução da obra do alargamento do viário nas avenidas Ragueb Chohfi, Estrada do Iguatemi e dos Metalúrgicos – em tratativas com Prefeitura de São Paulo –, desapropriações e recursos financeiros.

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