Saiba como escapar das fraudes na hora de comprar azeite de oliva

Por Metro Jornal

Nesta semana, o Ministério da Agricultura divulgou o resultado de uma operação que reprovou quase 60% das amostras de azeite de oliva. Baseada no resultado, Fátima Parizzi, Coordenadora-geral de Qualidade Vegetal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), faz alguns alertas à população na hora de comprar o produto.

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“O consumidor precisa estar atento e não se deixar enganar pelas embalagens bonitas com ilustrações de azeitona ou com referências a Portugal e Espanha”, explicou a Coordenadora de Qualidade Vegetal. “Outro ponto muito importante é o preço. O consumidor deve desconfiar da unidade de 500 mL vendida a menos de R$ 10,00.”

Segundo o Ministério da Agricultura, é preciso observar também, e com bastante atenção, as informações descritas no rótulo para conferir a composição e os ingredientes. As duas principais irregularidades na comercialização do produto foram, a mistura do azeite de oliva com outros óleos e a tentativa de iludir o consumidor pelo rótulo.

Para que o produto seja considerado “azeite de oliva virgem”, ou “extravirgem”, não é permitida a presença de óleos vegetais refinados, de outros ingredientes e aromas ou sabores de qualquer natureza. No caso de azeite de oliva refinado, o rótulo mencionará obrigatoriamente que é do “tipo único”.

Brasileiro consome cada vez mais azeite de oliva

Depois dos Estados Unidos, o Brasil é o maior importador mundial com 60 mil toneladas em 2017. As oliveiras cultivadas em propriedades rurais no Rio Grande do Sul, São Paulo e região Sul de Minas Gerais produzem menos de 1% do total consumido no País. O consumo per capita brasileiro hoje é de 0,35 litro, segundo Ministério da Agricultura.

Os Estados Unidos importaram 305 mil toneladas em 2017. O consumo norte americano per capita é de 1 litro.

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