Renda fixa deve ser mantida para reserva de emergência

Por Metro Jornal

Mesmo com a queda na rentabilidade, Luciano Tavares, fundador e CEO da Magnetis, recomenda que o investidor tenha pelo menos uma aplicação de renda fixa para a chamada reserva de emergência.

“Essa reserva é aquele dinheiro que toda pessoa deve ter aplicado de forma conservadora e com liquidez, para poder sacar em caso de necessidade ou imprevistos”, diz.

Nas avaliação de Tavares, uma das melhores opções  para uma reserva de emergência é o Tesouro Selic, que rende 100% da taxa básica.

“Com a queda dos juros, fica ainda mais importante que os investidores redobrem a atenção e procurem aplicações de renda fixa de qualidade. A poupança está rendendo somente 70% da Selic. Outras aplicações conservadoras, como o Tesouro Selic, rendem mais que a poupança, mesmo com o desconto do Imposto de Renda”, afirma.

Para escolher a melhor aplicação, diz o especialista, é preciso adequar o investimento ao seus objetivos. Para quem precisa de liquidez diária, Tavares recomenda o Tesouro Selic ou fundos DI com taxa de administração menor que 0,5% ao ano.

“Se tiver um objetivo de um, dois ou mais anos, pode encontrar bons CDBs em corretoras, com taxa acima de 100% do CDI e liquidez no vencimento”, completa o especialista.  

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