Veja como autoridades pretendem combater fake news nas eleições

Por Aiana Freitas/Band News FM

A rapidez com que notícias falsas se espalham ativou o sinal de alerta no Tribunal Superior Eleitoral, que sabe que elas tendem a se tornar mais frequentes no Brasil neste ano.

Quando assumiu a presidência do órgão, em fevereiro, o ministro Luiz Fux colocou o combate às fake news como prioridade.

O TSE também abordou o assunto nas regras para a campanha de 2018, que proíbem o uso de robôs e permitem o patrocínio de páginas na internet – mas apenas por candidatos, partidos ou coligações, e não por eleitores.

Além disso, as autoridades vão se dedicar a identificar perfis falsos que tentam denegrir políticos.

“Seria ilusório imaginar que você vai evitar que os fatos ocorram. Mas a lei diz que o provedor que faz o impulsionamento e está localizado em território brasileiro tem de atender à ordem do juiz eleitoral', afirma Luiz Fernando Martins Castro, do Comitê Gestor da Internet, um dos 11 integrantes de um conselho consultivo criado pelo TSE.

A legislação também já prevê punições, como multa e prisão, para quem compartilhar conteúdo enganoso.

 “A pessoa pode responder, no campo criminal, por uma eventual injúria, calúnia ou difamação, e também por danos morais”, explica a advogada especializada em direito eleitoral Karina Kufa.

 E a própria tecnologia que ajuda na propagação de mentiras pode ajudar a combater o problema.

Para Tai Nailon, diretora-executiva e cofundadora da plataforma “Aos Fatos”, que checa dados na internet, parte da saída está na inteligência artificial.

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