Vacinação ampla contra a febre amarela será prorrogada

Estado deve fazer mais dias D para incentivar imunização maior

Por Metro e Bandnews FM

Depois de pânico, correria aos postos de saúde e filas para se imunizar  contra a febre amarela, vieram as dúvidas sobre a eficácia da dose fracionada, atualmente aplicada, e medo da vacina, depois de duas pessoas morrerem após a receberem.

O resultado é que as autoridades de saúde tiveram que prorrogar a campanha de vacinação contra a febre amarela até o dia 2 de março porque a imunização não atingiu nem a metade do público-alvo na capital.

E por que é importante atingir a meta? Segundo o secretário estadual da Saúde, David Uip, o objetivo principal é evitar que a doença se “urbanize” e passe a ser transmitida fora das áreas de mata. O último caso de febre amarela urbana registrado no país foi em 1942.

A capital registra cinco casos, com três mortes, de febre amarela silvestre contraídos no município, todos de moradores da zona norte que frequentam parques da região, a primeira a ter registros de macacos mortos com a doença.

Em entrevista à BandNews FM, Uip disse que a ideia é vacinar toda a população no menor prazo de tempo possível. Por isso, além de prorrogar a campanha, o Estado planeja mais dias “D” da campanha.

Argentina

A Argentina confirmou ontem o primeiro caso de febre amarela “importado” do Brasil. É um rapaz  de 28 anos que passou as férias em Ilha Grande (RJ) e não tinha se vacinado. Ele passa bem.

Vacina 2

 

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