Mistério: mãe de criança encontrada na rua é achada morta em represa

Por Estadão Conteúdo
Reprodução/Facebook
Mistério: mãe de criança encontrada na rua é achada morta em represa

Depois de encontrar uma menina de dois anos abandonada numa rua, na zona leste de Sorocaba, na manhã deste Natal, 25, a polícia achou o corpo da mãe dela, de 24 anos, dez horas depois, boiando na Represa de Itupararanga, em Votorantim, a mais de 20 quilômetros do local. A mulher, Juliana Jovino, usava apenas roupas íntimas, mas o corpo não tinha sinais de agressão. O caso, ainda envolvido em mistério, está sendo investigado pela Polícia Civil.

A criança foi achada por um morador, por volta das 9 horas, abraçada a uma árvore, na rua Celina Stela Corradi, no Jardim Novo Eldorado, à margem da rodovia Raposo Tavares. Ela usava apenas fralda e foi levada para a casa da família do morador, que acionou a polícia, depois de alimentar e vestir a menina. A criança não soube dizer o nome, mas mencionou "mamãe", "vovó" e fez referência ao "tio" que a teria levado de carro. O Conselho Tutelar de Sorocaba encaminhou a menina a uma casa assistencial

Antes de ser levada, a criança ganhou roupas e presentes de pessoas do bairro. A presidente da Associação de Moradores, Silvia Macedo, chegou a publicar um apelo em rede social em busca de familiares. Duas tias da menina viram a foto dela na internet e procuraram o Conselho Tutelar. Elas disseram que a mãe tinha saído de casa com a garota para passar o Natal na casa de uma amiga. Posteriormente, elas tiveram a informação de que Juliana e a filha foram vistas saindo da festa natalina com um namorado da jovem.

A Polícia Civil de Votorantim, que investiga o caso, suspeita que eles foram à represa, onde a mulher teria sido morta por ele, ou se afogou acidentalmente. Em seguida, ele abandonou a criança. O homem já foi identificado e está sendo procurado. A investigação também busca imagens de câmeras de monitoramento instaladas no acesso ao bairro onde a criança foi deixada. O corpo de Juliana passou por perícia no Instituto Médico Legal (IML) de Sorocaba, mas o laudo ainda não foi enviado à polícia.

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