Transplantados celebram a vida

Por Metro Jornal Brasil

Com histórias e idades variadas, as dezenas de pessoas reunidas em uma celebração realizada pelo Incor nesta quinta-feira, no Centro de Convenções Rebouças, tinham um motivo em comum para comemorar juntas: o sucesso de um transplante de órgão.

Jaqueline Tebaldi, 18 anos, precisou passar por um transplante de pulmão devido à fibrose cística. Enquanto estava na fila de espera, a adolescente decidiu criar a página “Histórias de Tebaldi” no Facebook, na qual “compartilho minha história e ajudo outras pessoas que têm fibrose”.

O aposentado Anísio Greves, 71 anos, foi diagnosticado com cardiopatia grave aos 45 anos e precisou fazer transplante de coração, o que o forçou a ficar longe do futebol. “Mas logo que eu saí do hospital e me disseram para fazer exercício físico, voltei a jogar!”

Agora recuperada do transplante de coração, Maria Angelina dos Santos, 61 anos, dedica seu tempo ao trabalho voluntário e pretende se “preparar para ser voluntária em hospitais”.

Julio César Queiroz, 25 anos, também passou por um transplante cardíaco. Por causa da cirurgia, ele, que era ambulante na praia, decidiu abrir um lava-rápido. “Eu sabia que ficaria mais difícil arrumar emprego.”

Os trajetos particulares de cada uma dessas pessoas se encontram em um ponto relevante para toda a sociedade: a importância da doação de órgãos. 

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