Minha História Pode Ser a Sua: Secretaria de direitos humanos do Rio tenta sensibilizar pela empatia

Por Agência Brasil

m comemoração aos 69 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que faz aniversário neste domingo (10), a Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Políticas para Mulheres e Idosos (SEDHMI) do Rio de Janeiro lançou uma campanha sobre a importância do respeito ao próximo, utilizando a empatia como peça central.

A campanha, denominada “Minha história poderia ser a sua”, exibe depoimentos de vítimas de LGBTfobia, racismo, intolerância religiosa e outras violações de direitos, que narram suas experiências e revelam como conseguiram superá-las. As narrativas estarão disponíveis nos perfis da secretaria nas redes sociais (Facebook e Twitter) para que possam ser compartilhadas.

O secretário de Direitos Humanos, Átila Alexandre Nunes, explicou que foi feita opção por não exibir a imagem de quem narra a violência sofrida porque, “quando você não vê a vítima, você a imagina e, ao imaginar, se coloca no lugar dela. A empatia é o primeiro passo na luta contra o preconceito”, afirmou.

A minha história poderia ser a sua

Hoje a Declaração Universal dos Direitos Humanos completa 69 anos. Em comemoração a data, lançamos a campanha “A minha história poderia ser a sua”. Ouvimos relatos de pessoas que sofreram diferentes tipos violações de Direitos Humanos. O objetivo é que ao ouvir a história, sem ver a pessoa, a gente se coloque no lugar dela e, por meio da empatia, tenhamos consciência da importância do respeito ao próximo.

Posted by Secretaria de Direitos Humanos e Políticas para Mulheres e Idosos on Sunday, December 10, 2017

Atividades

Na segunda-feira (11), dentro da programação da Semana dos Direitos Humanos, a secretaria promove um cine debate no Arquivo Nacional, quando serão exibidos ao público os curta-metragens "Quem Matou Eloá?", "O Dia em que Dorival Encarou a Guarda" e "Vidas Deslocadas". Os filmes tratam de questões como violência contra a mulher, memória e verdade e migração e refúgio, todos temas ligados aos direitos humanos, enfatizou Átila Nunes. Os interessados em participar podem se inscrever na página da secretaria, até as 18h deste domingo. Já na quarta-feira (13) será promovido um debate sobre intolerância, com transmissão ao vivo pela página da secretaria no Facebook.

A SEDHMI recebe denúncias de casos de violação dos direitos humanos por meio do serviço Disque Combate ao Preconceito (21) 2334 -9551. O canal funciona de segunda a sexta-feira das 10h às 16h.

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