Após morte em enchente, Prefeitura de Campinas planeja obras na avenida Orosimbo

Por Metro Jornal Campinas
Ponte sobre o córrego da Orosimbo Maia - Divulgação/ PMC
Após morte em enchente, Prefeitura de Campinas planeja obras na avenida Orosimbo

Três dias depois da enchente que resultou na morte do corretor de imóveis Eduardo Gomes da Silva e provocou alagamentos de imóveis na região central da cidade, a Prefeitura de Campinas anunciou ontem, um plano de intervenção na avenida Orosimbo Maia.

Segundo o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, o plano vai prever o aprofundamento e alargamento da calha do Córrego Serafim – que corta a avenida e traansborda a cada chuva mais forte – a ampliação da capacidade do piscinão da Norte-Sul e a substituição das quatro pontes instaladas na Orosimbo.

Segundo Paulella, com o redimensionamento do leito do rio – que ficará mais largo e mais fundo – a capacidade de armazenamento de água será ampliada em pelo menos 120%.

As pontes, segundo ele, serão trocadas por estruturas mais adequadas. “As pontes têm dimensionamento de 100 anos atrás e possuem capacidade de vazão de apenas 20% do necessário”, diz Paulella.

De acordo com ele,  serão trocadas as potes da Carlos Guimarães, duas nas proximidades da Avenida Brasil e uma quarta no cruzamento com a Francisco Glicério. Essas obras vão custar cerca de R$ 20 milhões e se tudo der certo, devem começar no ano que vem.

O piscinão da Norte Sul – de 5 mil m2 e que hoje recebe a vazão da avenida José de Souza Campos e da rópria Orosimbo Maia – vai dobrar de capacidade, segundo o plano.

Paulella diz que o projeto de redimensionamento dos 3 km de avenida vai custar perto de R$ 300 milhões. Esse dinheiro viria do PAC da Drenagem, do governo federal, mas não há prazo para ser iniciado.   

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