Louva-a-deus rende prêmio a estudantes da UniRio

Por Band

Um estudo sobre um pequeno inseto, que rendeu um prêmio internacional. Essa é a história de Sávio Cavalcante, João Felipe Herculano e Leonardo Moutinho, estudantes de biologia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio).

Eles inscreveram o projeto “Em busca do louva-a-deus na Mata Atlântica” na categoria early career grant da ‘National Geographic’ e foram premiados com um incentivo de quase U$ 5 mil (cerca de R$ 16 mil) para realizar uma expedição de quatro meses na Mata Atlântica do Rio e encontrar novas espécies.

No mundo todo são conhecidas aproximadamente 3 mil espécies do inseto. Só no Brasil, são cerca de 250. Mas, os estudantes acreditam que existam muito mais. O nome do inseto vem da sua postura, que se assemelha a de uma pessoa em oração. Além disso, o louva-a-deus é considerado místico. Antigamente, dizia-se que quem o encontrasse poderia achar algo importante que perdeu. E essa não é a única curiosidade. Em locais frios, a fêmea devora a cabeça do macho ao fim do acasalamento, para guardar calorias para os filhotes.

O louva-a-deus tem algumas características peculiares. A cabeça do animal gira 180o, sempre que o inseto percebe qualquer movimento. Não é à toa que nos Estados Unidos e na Europa é comum que as pessoas tenham o louva-a-deus como bicho de estimação. “Eles são muito carismáticos e é bastante exótico ter um inseto em casa. É comum quando a gente entra no quarto eles virarem a cabeça para ver quem chegou”, afirma o estudante Leonardo Moutinho. A popularidade dos pequenos vai ganhar um alcance ainda maior graças ao mundo virtual, já que o projeto do grupo será publicado nas redes sociais.


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