Fatalidade que pode ocorrer com qualquer um, diz advogado sobre acidente

Edu Silva/Futura Press
Fatalidade que pode ocorrer com qualquer um, diz advogado sobre acidente
Por: band.com.br com Rádio Bandeirantes

“Foi uma fatalidade que pode ocorrer com qualquer um de nós”. Assim o defensor do advogado Artur Falcão Sfoggia classificou o acidente que matou carbonizado o comissário de bordo Alexandre Stoian em São Paulo.

Artur Falcão Sfoggia, de 33 anos, ficou detido até sábado (15), mas foi liberado após um alvará de soltura. O advogado, que vai aguardar as investigações em liberdade, deverá ser indiciado por homicídio com dolo eventual, quando se assume o risco de matar.

A polícia encontrou no carro que Sfoggia uma pequena quantidade de crack, maconha, uma lata de cerveja e dois copos que teriam resquício de bebida alcoólica.

Veja o momento da colisão

O acidente

A colisão ocorreu por volta das 3h45 de sexta-feira (14), na Avenida dos Bandeirantes, na zona Sul de São Paulo. O Volkswagen Jetta, conduzido por Sffogia, colidiu na traseira do carro onde estavam Stoain e a mulher. Com o impacto, o veículo girou e pegou fogo.

Stoian ficou inconsciente e morreu queimado, mas sua esposa conseguiu escapar das chamas.

Com base em imagens colhidas e na análise das marcas de frenagem a Polícia Civil acredita que o advogado estava a mais de 100 k/m – o dobro do limite permitido na Bandeirantes, de 50 km/h. Na delegacia, o suspeito afirmou estar a 90 km/h

Advogado nega racha e omissão

O advogado Dhyego Lima nega que o cliente tenha fugido do acidente e negado socorro. O defensor sustenta que Artur tentou ajudar a vítima e, por isso, teve queimaduras de segundo e terceiro graus.

O defensou acrescentou que o motorista ficou com pânico e medo de ser linchado na Avenida dos Bandeirantes. Lima também alegou alega que o cliente estava fugindo de uma tentativa de assalto e não disputando um racha.

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