Prefeitura de São Paulo pode elaborar lei de uso racional da água

Por Carolina Santos
Vista da represa Jaguari-Jacareí, do sistema Cantareira |  Luis Moura/Folhapress Nível dos reservatórios do Cantareira voltou a cair | Luis Moura/Folhapress

A prefeitura de São Paulo apoia a elaboração de lei uma sobre o uso racional da água. O tema era o quinto item da pauta da reunião do Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana, que ocorreu nesta terça-feira de manhã no parque Ibirapuera.

Apesar disso, a discussão foi adiada por causa da ausência de representantes da secretaria Estadual de Saneamento e Recursos Hídricos.

A presidente da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), Dilma Pena, que também não compareceu, é a autora da ideia de criar uma lista de posturas municipais para economia de água.

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, afirmou que não tem conhecimento de detalhes da iniciativa, mas revela que as prefeituras devem seguir a orientação da Sabesp.

Um dos pontos mais polêmicos do documento deve ser a inclusão ou não de multa para quem desperdiçar água.

Haddad, que preside o conselho, determinou que seja refeito o convite para representantes do governo do Estado para debater a proposta.

O nível dos reservatórios voltou a cair e, nesta terça-feira, chegou a 9,3 por cento no sistema Cantareira, 10 dias depois do início da utilização da segunda cota do volume morto. Nesse período, o índice caiu todos os dias no maior reservatório da Grande São Paulo, que abastece 6 milhões e meio de pessoas.

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