Segurança é reforçada em primeira audiência do caso Bernardo

Por Carolina Santos
O garoto teria morrido por meio de uma injeção letal | Arquivo pessoal O garoto teria morrido por meio de uma injeção letal | Arquivo pessoal

A segurança foi reforçada na cidade de Três Passos, no Rio Grande do Sul, para evitar manifestações durante a primeira audiência de instrução e julgamento do caso da morte do menino Bernardo Boldrini, de 11 anos, assassinado em abril deste ano.

Ao todo, 35 testemunhas, sendo 24 de defesa e 11 de acusação, serão ouvidas hoje. Dos quatro réus, apenas a assistente social Edelvânia Wirganovicz e o irmão dela, Evandro Wirganovicz, optaram por comparecer. O pai, Leandro Boldrini, e a madrasta, Graciele Ugulini, pediram dispensa.

Quarenta policiais militares farão a segurança da audiência na parte interna e externa do Fórum de Três Passos. Desses, 15 serão deslocados Santa Rosa e Frederico Westphalen, cidades próximas a Três Passos.

Entenda o caso

Bernardo Boldrini, de 11 anos, desapareceu em 4 de abril. O corpo dele foi encontrado na noite do dia 14 do mesmo mês, em Frederico Westphalen, dentro de um saco plástico e enterrado às margens de um rio.

Edelvânia Wirganovicz, amiga da madrasta Graciele, admitiu o crime e apontou o local onde a criança foi enterrada. O pai, a madrasta e os irmãos Wirganovicz foram denunciados pelo Ministério Público por homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver e falsidade ideológica.

A denúncia foi aceita pelo Juiz Marcos Luis Agostini em maio. Os réus seguem presos.

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