Polícia ouve testemunhas sobre morte de pichadores

Por Nadia
Prédio em que jovens teriam entrado para pichar, segundo família  | Marco Guimarães/Frame/Folhapress Prédio em que jovens teriam entrado para pichar, segundo família | Marco Guimarães/Frame/Folhapress

A Polícia Civil de São Paulo começou a ouvir testemunhas sobre a morte de dois suspeitos de entrarem em um prédio na zona leste da capital paulista para assaltar. A família dos dois disse que eles não estavam armados e que eram pichadores.

Na ocasião, os pichadores entraram no prédio e se passaram por moradores do condomínio para enganar o porteiro e conseguiram subir até o 17º andar, onde mora o zelador do edifício. O funcionário desconfiou da dupla, que carregava mochilas, e fingiu que já os aguardava para uma suposta manutenção da casa de máquinas. Os dois confirmaram e o zelador disse que desceria ao andar da síndica para avisá-la, mas ele trancou os dois no apartamento e chamou a polícia.

Houve troca de tiros com a PM e um policial chegou a ser baleado no braço. Com os dois suspeitos mortos foi encontrado um revólver calibre 38 e uma pistola. Dentro das mochilas da dupla havia relógios, ferramentas e maconha, e nenhuma lata de spray.

Um dos mortos era famoso entre os pichadores do ABC Paulista, e ambos tinham passagens pela polícia e condenações por crime ambiental, em que a pichação se enquadra.

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