Alckmin transfere líder do PCC e se diz pronto para represálias

Por Caio Cuccino Teixeira
Alckmin não teme ação do PCC | Diogo Moreira/Governo de SP Alckmin não teme ação do PCC | Diogo Moreira/Governo de SP

Marcos Willian Camacho, o Marcola, apontado como chefe da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), foi transferido para a penitenciária de Presidente Bernardes (580 km  de SP), na tarde desta terça-feira.

Em Presidente Bernardes, ele será confinado no RDD (Regime Disciplinar Diferenciado) por 60 dias. A decisão da Justiça de transferir Marcola para o isolamento no presídio de segurança máxima foi tomada após a descoberta de um suposto plano de fuga. Outros três integrantes da quadrilha também foram encaminhados ao presídio.

No RDD, o preso fica 22 horas por dia em uma cela individual e tem direito a apenas duas horas de banho de sol. As visitas são proibidas.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou nesta terça-feira que o Estado está preparado para possíveis represálias do PCC após a decisão da Justiça de isolar Marcola no RDD.

O pedido de transferência foi feito pelas secretarias da Segurança Pública e da Administração Penitenciária.

Segundo Alckmin, o preso ficará no regime inicialmente por 60 dias, mas o período pode ser alterado.

 

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