"Não é preciso ser um nadador", diz especialista sobre stand-up paddle

Por Tercio Braga

Um dia após a morte de um empresário que praticava stand-up paddle na raia olímpica da USP (Universidade de São Paulo), o Presidente da Confederação Brasileira, Ivan Sloater, explica o que é o esporte e a segurança necessária durante a prática.

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“Não precisa ser um nadador, mas é fundamental que a pessoa esteja com o equipamento de segurança”, afirmou Sloater. Segundo ele, o esporte é antigo e teve origem na década de 1950.

“Eles começaram a adaptar remos de caiaque para ter uma visibilidade melhor do que acontecia nas aulas”, explicou.

Ouça a entrevista

Investigação

A Polícia Civil vai investigar a morte do empresário na raia olímpica da USP (Universidade de São Paulo). Segundo o capitão Antunes, do Corpo de Bombeiros, há chances de que o afogamento tenha sido uma causa secundária da morte.

“No IML (Instituto Médico Legal), técnicos descobrirão se ele morreu afogado ou se passou mal e o afogamento foi apenas a causa secundária”, afirmou em entrevista à Rádio Bandeirantes nesta terça-feira.

Mais cedo, o pai da vítima afirmou que ele não sabia nadar em entrevista à BandNews FM. Ele também contou que a vítima tinha começado a praticar stand-up paddle – modalidade que fazia quando desapareceu – há apenas 15 dias. “Ele gostou tanto que pagou três meses [do curso] antecipado”, lembra.

O homem, de 42 anos, não tinha filhos e era solteiro. “Ele estava sempre na academia, ele corria em volta do Palácio do Governo [também na zona sul paulistana] à noite”, recorda o pai.

Mergulhadores do Corpo de Bombeiros localizaram o corpo do empresário de 42 anos na raia olímpica da USP por volta das 10h. Uma parente reconheceu a vítima e chorou ao se aproximar do corpo.


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