Aulas na USP Leste devem voltar só no mês que vem

Por Tercio Braga
Placa alerta sobre o risco de contaminação | Reprodução Placa alerta sobre o risco de contaminação | Reprodução

A USP (Universidade de São Paulo) retomou suas atividades ontem, mas os 4,5 mil alunos do campus Leste continuam sem aulas porque o campus continua interditado, devido a uma contaminação por gás metano no solo do terreno.

Em agosto do ano passado, a USP deveria ter instalado um sistema para descontaminar o solo do local, mas o serviço não foi feito. Por segurança, a unidade foi fechada pela Justiça há 40 dias.

Com isso, os coordenadores e suplentes dos 18 cursos de graduação e pós graduação que funcionam na USP Leste afirmaram que as aulas só devem voltar no dia 10 de março. Segundo o grupo, esse adiamento fará com que o conteúdo do semestre seja perdido, porque não haverá tempo hábil para início do ano letivo.

Segundo a aluna de Turismo da USP Leste Mariana Lotério, de 20 anos, desde a interdição do campus, o conteúdo vem sendo prejudicado. “Só não perdemos o semestre porque os professores conseguiram dar um jeito”, afirmou ao Metro Jornal.

Na quarta-feira, a Justiça havia liberado a entrada de professores e funcionários no campus, para a retirada de pertences e material de pesquisa. O acesso dos alunos à unidade, no entanto, continua proibido.

A USP diz que a reposição das aulas será definida após o início das atividades. Caso seja mantida a interdição, a universidade afirma que as aulas podem ser realizadas em Fatecs (faculdades de tecnologia) da zona leste.  METRO


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