Corpos encontrados em Humaitá vão passar por perícia

Por talita
A polícia Federal investiga o caso | Reprodução TV A polícia Federal investiga o caso | Reprodução TV

O Instituto Médico Legal de Porto Velho, capital de Rondônia, tem 10 dias de prazo para fazer a identificação científica dos três corpos encontrados em Humaitá, Amazonas. Parentes dos trabalhadores desaparecidos desde dezembro, no trecho da rodovia Transamazônica que corta a reserva dos Tenharim, reconheceram as vítimas. Mas ainda será preciso elaborar o laudo técnico, afirma o diretor do IML, Genival Queiroga. “Se houver necessidade de mais [dias de prazo], depois o perito pede. E isso normalmente é prorrogado porque são questões técnicas”.

Três legistas de Rondônia e dois do Ministério da Justiça farão a autópsia nos cadáveres e irão comparar material genético colhido dos parentes.  Os legistas informaram que os corpos apresentam bom estado de conservação, apesar do tempo de desaparecimento. O material genético colhido dos familiares será levado para Brasília, onde será feita a análise.

Cinco índios estão presos por suspeita de envolvimento nos assassinatos. A força tarefa que atua no sul do Amazonas encontrou os três corpos na aldeia Taboca, dentro da reserva Tenharim.

Um cão farejador da Policial Militar localizou o buraco no meio da mata onde estavam os restos mortais. Na região de Humaitá, o clima continua tenso. A travessia de balsa pelo rio Madeira chegou a ser suspensa na segunda-feira e um trecho da BR-230 foi interditado. O tráfego foi liberado hoje e as forças de segurança continuam na área para evitar conflitos.


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