Bando queima ônibus com passageiros dentro em Guarulhos

Por george.ferreira

Um grupo de vândalos incendiou um ônibus da EMTU (Empresa Metropolitana de Transporte Urbano) em Guarulhos, na Grande São Paulo. Por volta das 19h20, os infratores invadiram o coletivo e atearam fogo no coletivo – que estava com alguns passageiros dentro – na Avenida Tiradentes. Algumas pessoas tiveram de sair pela janela do ônibus.

O motivo do incêndio seria a morte de um homem na tarde de ontem. Ele teria entrado em confronto com a polícia, no qual acabou baleado e morto.

Não houve detidos pelo incêndio dos ônibus. O caso foi registrado no 1º Distrito Policial de Guarulhos.  Com este, já são 41 os ônibus queimados na região metropolitana desde o início do ano.

Inquérito

O MP (Ministério Público) instaurou um inquérito para apurar as causas dos ataques a ônibus coletivos do transporte público na capital paulista e na região metropolitana. “Eu acho que é preciso saber o que está acontecendo, é preciso identificar os motivos para chegar a uma solução”, disse, em entrevista à Rádio Bandeirantes, o promotor Saad Mazloum. “Esse comportamento criminoso prossegue e não se vê uma resposta mais efetiva do órgão incumbido da segurança da população, que é a Polícia Militar”.

Mazloum não aceita a ocorrência dos ataques. “É incompreensível que eles [incendiários] coloquem fogo nos ônibus. Estranhamos até que esses ataques prossigam durante dias”. Por esse motivo, o promotor já tem reuniões agendadas para os próximos dias.

Nesta semana, ele deve ouvir o comando da Polícia Militar e representantes das concessionárias das áreas 4 (leste), 6 (sul), 7 (sudoeste) e 8 (oeste), onde têm ocorrido mais ataques. Na semana seguinte, será a vez da direção da SPTrans prestar depoimento, que servirá para embasar o inquérito, segundo o promotor. “Ele é justamente para isso. Eu realmente preciso ouvir para ter mais informações, saber o que está acontecendo, o que a polícia está fazendo e como pode fazer”.

Investigação

As autoridades ainda investigam se os grupos responsáveis por incendiar ônibus em São Paulo têm ligação com o crime organizado ou com os movimentos sociais, disse o secretario de Segurança Pública do estado, Fernando Grella.

Grella afirma que os motivos para a destruição dos veículos ainda não estão claros e que reuniões estão sendo feitas com a polícia e com as empresas para tentar coibir esse tipo de ação.

Ataques têm acontecido constantemente na região metropolitana:

Inquérito
O MP (Ministério Público) instaurou um inquérito para apurar as causas dos ataques a ônibus coletivos do transporte público na capital paulista e na região metropolitana. “Eu acho que é preciso saber o que está acontecendo, é preciso identificar os motivos para chegar a uma solução”, disse, em entrevista à Rádio Bandeirantes, o promotor Saad Mazloum. “Esse comportamento criminoso prossegue e não se vê uma resposta mais efetiva do órgão incumbido da segurança da população, que é a Polícia Militar”.

Mazloum não aceita a ocorrência dos ataques. “É incompreensível que eles [incendiários] coloquem fogo nos ônibus. Estranhamos até que esses ataques prossigam durante dias”. Por esse motivo, o promotor já tem reuniões agendadas para os próximos dias.

Nesta semana, ele deve ouvir o comando da Polícia Militar e representantes das concessionárias das áreas 4 (leste), 6 (sul), 7 (sudoeste) e 8 (oeste), onde têm ocorrido mais ataques. Na semana seguinte, será a vez da direção da SPTrans prestar depoimento, que servirá para embasar o inquérito, segundo o promotor. “Ele é justamente para isso. Eu realmente preciso ouvir para ter mais informações, saber o que está acontecendo, o que a polícia está fazendo e como pode fazer”.

Investigação
As autoridades ainda investigam se os grupos responsáveis por incendiar ônibus em São Paulo têm ligação com o crime organizado ou com os movimentos sociais, disse o secretario de Segurança Pública do estado, Fernando Grella.

Grella afirma que os motivos para a destruição dos veículos ainda não estão claros e que reuniões estão sendo feitas com a polícia e com as empresas para tentar coibir esse tipo de ação.

Reposição
As empresas de ônibus que tiveram seus veículos atacados por vândalos demoram de quatro a cinco meses para repor a frota, informa o presidente da SPUrbanuss (Sindicato das Empresas de Ônibus de SP), Francisco Christóvam. “Quando temos um incêndio de veículo, ele é totalmente retirado de circulação. A empresa encomenda um novo veículo. É prejuízo para os usuários e para as linhas daquela garagem”, contou em entrevista à Rádio Bandeirantes.

Para o diretor de operação da SPTrans – que gerencia o transporte público paulistano –, Almir Chiarato, os ataques a ônibus devem ser combatidos com rigor pela polícia. “Precisa ter uma ação mais enérgica”, disse à Rádio Bandeirantes. “Nós, enquanto gestores, não entramos no setor de segurança. A Sptrans no outro dia [do ataque] quer outro ônibus na linha. Senão é multa por não cumprimento de frota. Nós estamos fazendo tudo o que podemos. A preocupação sempre foi o usuário de transporte público”.

Chiarato acredita que a situação já está fora de controle e pede uma atitude. “É questão de segurança, de polícia”. A visão é partilhada pelo presidente da SPUrbanuss. “Se fossem piromaníacos, diria que era caso de hospício. Mas são ataques criminosos”, diz Christóvam. “Estivemos em contato com a cúpula da segurança pública estadual e estamos somando esforços na tentativa de achar uma solução para esse problema”.

Em nota à Rádio Bandeirantes, a secretaria de Segurança Pública de São Paulo informa que “todos os casos de ônibus queimados estão sendo investigados pela polícia com firme objetivo de prender os acusados”.


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