Caso Yoki: Perícia indica que Elize teve ajuda no crime

Por Tercio Braga

Uma nova perícia foi feita nesta terça-feira no prédio onde um empresário foi esquartejado pela mulher no ano passado. A promotoria tenta provar que Elize Matsunaga teve a ajuda de um homem para cometer o crime.

Um dos crimes mais chocantes do país tem uma assassina confessa, mas ainda segue cheio de mistérios. Um ano e meio se passou e as investigações sobre a morte do executivo da empresa de alimentos Yoki, Marcos Matsunaga, ainda não estão concluídas. A equipe da Band acompanhou, com exclusividade, uma nova perícia no prédio onde ocorreu o a morte de Mastunaga.

Os peritos chegaram ao local 9h40. Durante uma hora registraram imagens na garagem e na área comum do condomínio, na zona oeste de São Paulo. Durante a investigação, foi encontrado material genético de um homem desconhecido no corpo da vítima.

O carro usado pela assassina para transportar o corpo do executivo, em malas, ainda está no prédio. A bacharel em direito disse que usou uma serra para esquartejar o corpo do marido depois de uma discussão. Ao ver imagens gravadas por um detetive, ela descobriu que Marcos estava tendo um caso. Elize afirmou ter jogado os restos mortais do empresário, num matagal, sozinha. Mas a promotoria tem convicção de que a acusada teve a ajuda de um segundo suspeito.

Denunciada por homicídio triplamente qualificado, Elize deve ser levada a júri popular no ano que vem. A data só será marcada depois da análise de um recurso da defesa. A expectativa é que o julgamento da mulher aconteça no último trimestre de 2014.

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