Após protesto por transporte, 22 pessoas são liberadas em SP

Por fabiosaraiva
Protesto organizado por manifestantes do MPL (Movimento Passe Livre) no Grajaú, na zona sul de SP | Rodrigo Capote/UOL/Folhapress Protesto organizado por manifestantes do MPL (Movimento Passe Livre) no Grajaú, na zona sul de SP | Rodrigo Capote/UOL/Folhapress

Vinte e duas pessoas, entre eles sete menores de idade, detidos por vandalismo durante um protesto nesta quarta-feira foram liberados em São Paulo.

O ato teve início por volta das 18h desta quarta-feira na avenida Dona Belmira Marin, na altura do viaduto Grande São Paulo, no Grajaú, zona sul da capital paulista. Segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), no início do protesto, apenas a calçada da via estava interditada.

O protesto foi convocado pelo grupo MPL (Movimento Passe Livre), dentro da “Semana de Luta por Transporte Público”.

Eles pediram a volta das linhas de ônibus bairro-centro, a criação de linhas circulares durante 24h entre os bairros e a extensão da Linha 9-Esmeralda da CPTM até Parelheiros, com a construção de estações de trem nos terminais Varginha e Parelheiros.

No entanto, um princípio de tumulto ocorreu por volta das 18h30, quando manifestantes tentavam fechar a via para dar início à passeata. Um grupo de motoristas e cobradores de uma cooperativa tentou fazer com que eles saíssem da via.

Houve empurra-empurra, mas a ação foi controlada pela polícia e o protesto prosseguiu.

A manifestação seguiu pela a Avenida Belmira Marin, depois chegou a interditar a Avenida Teotônio Vilela, no sentido Avenida Interlagos, e, em seguida, a Avenida Atlântica, no sentido centro.

Já pela Avenida Atlântica houve um novo tumulto por volta das 21h. Um grupo de jovens arrancou placas de trânsito, quebrou lixeiras e jogou pedras em um automóvel que tentava passar pela manifestação.

A PM revidou a ação e bombas de gás lacrimogênio foram lançadas contra os manifestantes, que revidaram com pedras.

Ainda de acordo com a polícia, lojas da região também foram danificadas pelo grupo. O protesto foi encerrado pela Avenida Senador Teotônio Vilela, na altura da avenida Alcindo Ferreira, no sentido do centro.

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