Manifestação termina em confronto na região central do Rio

Por talita

Um grupo de mascarados enfrenta a polícia na avenida Rio Branco, que enfrentam os manifestantes com gás lacrimogênio. Os manifestantes, por sua vez, se protegem com tapumes e grades utilizados para proteger prédios. Segundo a PM há manifestantes detidos, mais ainda não informou detalhes. Um carro da polícia foi incendiado, que estava estacionado em uma das vias de acesso no Centro da cidade.

O grupo segue na direção do Aterro do Flamengo, e no caminho houve quebra-quebra e vidraças de orgãos públicos, agências bancárias e do Centro Cultural da Justiça Federal foram quebrados. A confusão teria começado, segundo a Polícia Militar, quando um grupo de mascarados, que continou concentrado na região da Cinelândia, mesmo após a dispersão dos professores, começou a atacar a PM com rojões, placas de trânsito e pedras portuguesas.

Por causa da manifestação, o MetrôRio informa que as estações Carioca e Cinelândia. Na estação Glória, o acesso Glória foi reaberto. Na estação Catete, o acesso rua do Catete foi reaberta também. Na estação Uruguaiana, apenas o acesso Uruguaiana está aberto.

Neste 15 de outubro, dia nacional dos professores, a classe fez uma nova manifestação no Centro do Rio de Janeiro. Segundo informações da polícia, sete mil pessoas participaram do movimento. A concentração aconteceu na Candelária e a passeata seguiu até a Cinelândia, onde fica a Câmara Municipal, percorrendo a avenida Rio Branco.

O Centro de Operações informa que  permanecem interditadas a Av. Beira Mar e a Av. Pres Wilson, altura da Av. Rio Branco; a Av. Rio Branco desde a Av. Pres Vargas e a pista lateral da Av. Pres Vargas, sentido Candelária, desde a Av. Passos.

As escadarias do Palácio Pedro Ernesto, sede do Legislativo Municipal, do Theatro Municipal e da Biblioteca Nacional, na Cinelândia, foram ocupadas por integrantes do ato. Os manifestantes gritam palavras de ordem contra o governador Sérgio Cabral e o prefeito Eduardo Paes e criticam a Polícia Militar. Além disso, pedem mais investimentos para as áreas de educação e saúde.
Também participaram do protesto representantes de movimentos estudantis e de partidos políticos, grupos que pedem igualdade de gênero e sindicalistas e representantes de associações.

Em greve desde o dia 8 de agosto, os profissionais da educação se organizaram novamente por meio da internet.

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