Colegas de PMs assassinados na Brasilândia serão ouvidos

Por Carolina Santos

A polícia vai ouvir nos próximos dias PMs que trabalhavam com a cabo Andreia Pesseghini, de 36 anos, e o sargento da Rota Luís Pesseghini, de 40 anos. O casal foi morto no dia 5, juntos com a  tia e a mãe da cabo, na casa onde moravam, na Brasilândia.

O filho do casal, o estudante Marcelo Pesseghini, de 13 anos, é o principal suspeito. A polícia acredita que ele se suicidou após cometer os crimes.

A delegada Elizabeth Sato, diretora do DHPP (departamento de homicídios), quer interrogar os colegas de trabalho das vítimas para descobrir como era a vida pessoal do casal.

Ontem foram ouvidos a diretora da escola e um colega de sala de Marcelo. Outras 22 testemunhas já haviam sido interrogadas.

Em entrevista ao UOL, a delegada disse que não descarta a possibilidade de crime passional ou vingança. Horas mais tarde, a Secretaria da Segurança Pública divulgou nota dizendo que a informação “não expressa os resultados obtidos na investigação do crime até o momento”.

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