Chacina em SP: USP fará exames de perícia mais complexos

A Universidade de São Paulo (USP) deve fazer alguns exames complexos de perícia que podem ajudar na investigação da morte da família de polícias militares assassinada em São Paulo na última segunda-feira.

A reportagem da Rádio Bandeirantes apurou que a universidade tem os equipamentos necessários para realizar exames específicos. Assim que forem finalizados, os resultados serão repassados pela USP ao Instituto Médico Legal (IML), que concluirá o laudo da perícia.

Também devem ajudar na investigação celulares, um computador e um tablet que pertenciam à família. O Instituto de Criminalística, que recebeu os aparelhos, já identificou duas chamadas não atendidas no celular do oficial da Rota, pai da família Pesseghini. Elas seriam de um comandante, que iria liderar um pelotão do qual fazia parte.

Chave

O tio-avô do menino de 13 anos acusado de matar a família e, depois, de se suicidar, entregou à polícia uma chave (veja aqui o vídeo) que foi encontrada embrulhada em um papel de caderno, próximo ao portão da casa onde um sargento da Rota (Rondas Ostensivas Tobias Aguiar), a esposa – uma policial militar – a avó, a tia avó e o filho do casal morreram na última semana.

Sebastião de Oliveira Costa afirmou que a chave não abre o portal do terreno e que apenas a perícia poderá dizer de que porta ela é.

A afirmação foi feita nesta segunda-feira, quando ele saía da sede do DHPP (Departamento de Proteção à Polícia).

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