Manifestantes continuam acampados em frente à sede do governo paulista

Por talita
Manifestantes passam a terceira noite no local | Reprodução TV Manifestantes passam a terceira noite no local | Reprodução TV

Um grupo de 15 pessoas segue acampado na frente do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, na zona sul de São Paulo. Eles estão no local desde a madrugada de sábado.

Segundo a repórter Mara Fagundes, da Rádio Bandeirantes, os manifestantes estão no local com cartazes e apitando em protesto. Eles não têm previsão de momento para sair do local.

Uma viatura da Polícia Militar acompanha o ato.

 

Manifestante é preso

Por volta das 6h40 de domingo, um manifestante foi preso por ter pichado o muro do Palácio dos Bandeirantes, segundo a polícia. De acordo com a SSP (Secretaria de Segurança Pública), o suspeito foi foi surpreendido por PMs enquanto tentava fugir em um ônibus.

Além de estar com as mãos manchadas de tinta, o rapaz trazia consigo uma máscara de pintor. Ele negou o crime e alegou que seguia para o trabalho, porém foi reconhecido por duas testemunhas.

Cerca de uma hora depois, o Corpo de Bombeiros levou para o Pronto Socorro do Hospital Bandeirantes uma manifestante que teve um mal súbito no local.

Sábado

Os manifestantes fecharam um dos portões que dão acesso ao palácio. Durante o ato, os muros da sede do governo foram pichados.

Segundo a repórter Mara Fagundes, da Rádio Bandeirantes, os manifestantes estão no local com cartazes e apitando em protesto. Eles não têm previsão de momento para sair do local.

Uma viatura da Polícia Militar acompanha o ato.

Sexta-feira

Dois manifestantes e um policial militar ficam feridos após um protesto, que saiu da avenida Paulista e terminou em frente à Assembleia Legislativa de São Paulo.

A confusão começou quando um pequeno grupo tentou invadir a Assembleia, forçando passagem pela barreira policial. Pedras e placas foram jogadas contra os PMs (policiais militares), que revidaram com golpes de cassetete e bombas de gás lacrimogênio.

O ato começou com concentração no Museu de Arte de São Paulo (Masp), o grupo seguiu pela Avenida Paulista no sentido Paraíso. Em seguida, a passeata desceu a avenida Brigadeiro Luiz Antônio, sentido centro.

Nesse momento, temendo depredações, algumas lojas fecharam com os clientes ainda dentro. Depois de alguns minutos de caminhada, os manifestantes seguiram por ruas menores e com pouco movimento, no bairro Bela Vista.

Após um percurso sinuoso, o grupo retornou à avenida Paulista, onde, por cerca de 30 minutos, os manifestantes discutiram, antes de seguir para a Alesp. A discussão levou muitos participantes a abandonarem o ato.

 

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