Cinco manifestantes seguem presos em São Paulo e 15 foram liberados

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Cinco pessoas continuam presas após protestos na noite de terça-feira em São Paulo. Elas fazem parte de um grupo de 20 pessoas que haviam sido detidas; 15 foram liberadas.

Entre os cinco, quatro são homens. Eles estão presos na carceragem do 91º DP e a mulher foi levada para o 89º Distrito Policial. O grupo é acusado por danos ao patrimônio público, formação de quadrilha e desacato a autoridades.

O ato teve início por volta das 18h e começou no Largo da Batata, zona oeste de São Paulo. Segundo a polícia, um grupo de 300 manifestantes protestava contra o governador Geraldo Alckmin e pela desmilitarização da Policia Militar.

Um pequeno grupo, com cerca de dez pessoas, iniciou atos de vandalismo pela região.

Segundo a assessoria de imprensa do banco Santander, duas agências foram depredadas e pichadas na avenida Rebouças. Uma agência do Bradesco também foi alvo dos vândalos. Uma concessionária de automóveis da Chevrolet foi danificada na mesma avenida.

Um grupo de 200 policiais militares, sendo 80 deles da Força Tática, foram encaminhados à região para acompanhar a manifestação. O objetivo do efetivo era evitar atos de vandalismo.

O grupo passou pelas avenidas Faria Lima e Rebouças. Os manifestantes tentavam caminhar até a Avenida Paulista. A Tropa de Choque, porém, entrou em ação para conter o grupo de vândalos na Rebouças. Bombas de efeito moral foram lançadas, o que fez o grupo se dispersar. A polícia continuou pela área para evitar novos confinamentos.

Um pouco mais tarde, um grupo de 80 pessoas voltou a se reunir no vão livre do MASP (Museu de Arte de São Paulo). A manifestação foi novamente ganhando forças e os protestantes desceram a avenida Rebouças. Eles ficaram parados no cordão de isolamento da PM fixada na rua Deputado Lacerda Franco.

Policiais também bloquearam as ruas Cardeal Arcoverde e Inácio Pereira da Rocha.

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