Trump amplia sanções contra chinesa Huawei: 'Eles nos espiam'

Por Metro Jornal com Ansa

O governo norte-americano anunciou a ampliação das sanções contra a gigante chinesa de tecnologia Huawei nesta segunda (17). Agora, 38 filiais da marca no mundo também são alvos das medidas restritivas, que impedem o acesso a chips e outras tecnologias no país.

Na nota divulgada pelo Departamento de Estado, assinada pelo secretário do Comércio Wilbur Ross, a justificativa seria de que a Huawei "ampliou seus esforços para obter semicondutores avançados ou produtos com programas e tecnologias norte-americanas para atingir os objetivos políticos do Partido Comunista Chinês".

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Pouco após o anúncio, o presidente dos EUA, Donald Trump, deu uma entrevista para a emissora Fox News acusando a Huawei de espionagem. "Eles nos espiam. Não queremos a sua tecnologia", afirmou o republicano.

A mídia norte-americana também lembrou que a marca chinesa tem outro problema no país: o acesso dos seus celulares aos serviços do Google. Na quinta-feira (13), venceu a licença temporária que permitia que empresas norte-americanas fornecessem serviços destinados aos produtos da Huawei que foram comercializados antes de maio de 2019. A permissão não foi renovada por Washington.

A gigante é um dos alvos das frequentes ações do governo Trump contra a China, que vão desde o campo econômico, até o político e diplomático.

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