Vestir como ato político: as camisetas que mesclam estilo e posicionamento estão com tudo

Por Nathalia Marques

Vestir como ato político. Não importa se você saiba disso ou não. O que você usa reflete em quem você é, nos seus gostos e posicionamentos. Por exemplo, se você compra de uma marca que atua com trabalho escravo, você, conscientemente ou não, está compactuando com isso.

Por isso, entender que tudo é política, inclusive, suas roupas, é fundamental para que possamos tomar decisões de compra e de posicionamento mais de acordo com o que acreditamos. A questão vem sendo muito discutida atualmente. Tanto que já existem marcas de camisetas que têm como lema justamente a política.

A plataforma Chico Rei, por exemplo, é uma das maiores plataformas online no segmento de camisetas criativas e personalizadas do Brasil. Desde 2019, todos os seus produtos têm parte da renda revertida em impacto social através do selo Camisetas Mudam o Mundo.

A Peita também faz parte das marcas que atuam com posicionamento direto. “Nossa ideia foi trazer os dizeres das manifestações para ganhar as ruas em dias comuns, com a mensagem sendo a diva do rolê estampando o que acreditamos. Como se a gente fosse um cartaz ambulante, queremos desafiar o outro lado da força”, explica a marca.

Confira algumas camisetas da Chico Rei

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@sosmataatlantica + @chicorei ⠀ Uma coleção criada para fortalecer a luta pela nossa Mata Atlântica! ⠀ A Chico Rei adota práticas contínuas de otimização e limpeza dos processos produtivos. Nossas estampas são feitas com pigmentos à base de água, nosso algodão tem o selo Better Cotton Initiative e nossas camisetas são veganas, certificadas pela @peta. ⠀ Trabalhamos com estoque mínimo e produção sob demanda, tratamos a água utilizada na produção e a devolvemos mais limpa ao meio ambiente e repassamos nossos retalhos para serem reaproveitados por cooperativas aqui de Juiz de Fora, nossa terra, entre outras ações. ⠀ Os produtos da coleção têm toda sua renda revertida para a Fundação. Conheça a linha completa em: chicorei.com/sos-mata-atlantica

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Veja as camisetas da Peita

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“(…) O Transfeminismo não é sobre se apoderar de instituições feministas existentes. Ao contrário, é sobre ampliar e avançar o feminismo como um todo através da nossa própria liberação e trabalho em coalizão com todas as outras pessoas. O Transfeminismo luta por mulheres trans e não trans , e pede às mulheres não trans para lutarem por mulheres trans também. O Transfeminismo engloba políticas de coalização feminista nas quais mulheres com diferentes vivências e histórias lutam umas pelas outras, pois se não lutarmos umas pelas outras, ninguém irá.” Emi Koyama, Manifesto Transfeminista. ( • ) 15 de maio, dia do Orgulho de Ser Travesti e Transexual. 📷 @karoll_nasc por @kakaluckmann #putapeita #naoexistelutasozinha #8m

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Roubamos a foto e um trecho do post sobre a libertação de padrões de corpos impostos às mulheres por @prazerela 🍑 “O bombardeio da mídia com corpos esqueléticos femininos sendo promovidos a toda hora nos atravessa, nos angustia, nos faz crer que estamos fora do padrão. Mas, pera aí! Padrão do quê? O padrão é ser invisível, o padrão é não existir. O tempo todo estamos recebendo a mensagem de que ser grande não é para as mulheres. Ser forte não é para mulheres. Ser potente não é para mulheres. Ser poderosa não é para mulheres. Ser importante não é para mulheres. Depois de muito caminhar, refletir e elaborar, hoje eu aceito ser tamanho G. Também reconheço a minha grandeza, a minha potência, a minha importância no mundo. EU VISTO TAMANHO G. EU SOU GRANDE.” 📷 Mariana Stock #putapeita #meucorpoépolítico

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