Isolamento abre novo nicho de mercado para empresa italiana

Zini Alimentos passou a atender mercados de bairro

Por Ansa

A empresa de origem italiana Zini Alimentos, que tem fábrica na Zona Norte de São Paulo (SP) e é tradicionalmente focada em food service (restaurantes, bares, lanchonetes e cozinhas de grande escala), está trabalhando em ritmo acelerado para atender a uma nova demanda: a de pequenos mercados de bairro, açougues e hortifrutis.

Com as medidas de confinamento impostas por causa da pandemia do novo coronavírus, o público final tem procurado cada vez mais comércios perto de casa para abastecer suas despensas, o que abriu um novo nicho para as massas pasteurizadas e de longa vida da Zini, que não necessitam de refrigeração.

"Até antes das medidas de isolamento social, esses produtos eram destinados apenas para o food service, ou seja, merenda escolar, redes de fast food, entre outros", explica Marco Vezzani, diretor técnico da Zini Alimentos.

"Agora estamos trabalhando em regime acelerado para atender à demanda de pequenos mercados de bairro, açougues, hortifrútis, ou seja, aonde uma grande massa de consumidores têm se direcionado ultimamente, com uma certa dificuldade para encontrar produtos econômicos, de fácil armazenamento, uma vez que não exigem refrigeração, e práticos para preparar em casa", acrescenta.

O objetivo da Zini é atender a uma demanda nova e inesperada, a dos "chefs domésticos". "Nossos esforços se concentraram em adaptar as embalagens menores e mais práticas para atender a esse novo perfil de consumidor", conclui Vezzani.

Fundada em Milão, na Itália, em 1956, a Zini chegou ao Brasil em 1992 e produz massas frescas (como nhoque e polentas), farinhas para empanar, fibras de trigo e molhos, sempre usando tecnologia italiana.

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