Cúrcuma: o que é real ou não sobre a raiz que promete maravilhas?

Por Rodrigo Almeida

Nos últimos anos a cúrcuma se tornou o remédio ideal para todo o tipo de problema, com algumas pessoas pensando terem encontrado o santo graal da saúde.

Apesar de muito consumida em países asiáticos, a cúrcuma não é tão dissemina pela nossas bandas. A forma mais comum é o chá, mas ela pode ser encontrada no curry, tempero típico indiano, e nos alimentos temperados com ela.

Por mais que ela não seja um dos melhores alimentos para emagrecer, como já desmistificado por uma pesquisa da USP, a raiz ainda contém propriedades fantásticas para a saúde.

O sítio estrangeiro Web MD fornece uma lista com os benefícios da cúrcuma que podem ser sustentadas como pela ciência.

Confira o que a cúrcuma fornece de bom para o organismo, segundo a ciência

Depressão

A curcumina pode ser uma ótima substância de combate ao mal. Muitos cientistas estão animados com a possibilidade, no entanto, os resultados das pesquisas são mistos e não completamente incisivos.

Diabetes tipo 2

Uma das principais propriedades da cúrcuma é o combate à inflamação e com isso ela ajuda a manter os níveis de glicose sanguínea em um patamar estável.

Um estudo analisou 240 adultos que tomaram suplementos de curcumina durante nove meses e todos eles diminuíram a chance de desenvolver a doença.

Viroses

A curcumina é ótima para combater vírus como o do herpes ou da gripe. No entanto, apenas 3% da cúrcuma é composta da substância e o organismo humano não a absorve facilmente. No laboratório, a ideia é boa, mas fora do ambiento controlado a história é outra.

Colesterol alto

Assim como a depressão, os resultados são mistos. Algumas pesquisas demonstraram que a raiz foi capaz de diminuir a quantidade de LDL, colesterol ruim, no sangue. Em outras, a mudança foi quase nula.

Reduz o risco de Alzheimer

O Alzheimer é uma inflamação crônica, a cúrcuma combate a inflamação, logo temos um remédio. Bom, segundo o Web MD, não é tão simples assim. A evidência para esta afirmação é escassa e não pode ser considerado um agente combatente do mal.

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