Transtorno por uso de videogames: 5 dicas para limitar o tempo que seu filho passa jogando

Por Rodrigo Almeida

Muitas crianças, jovens e até adultos “não são capazes de limitar o tempo que passam em jogos eletrônicos, apesar das consequências negativas que lhes causam, como abandono da escola e vida social”, explica a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Foi por esse motivo que o órgão passou a incorporar na lista de doenças mentais, o “transtorno por uso de videogames”. Logicamente, que existem táticas para evitar a todo custo que seus filhos cheguem aa essa condição preocupante.

Confira as dicas proporcionadas pelo sítio estrangeiro Nueva Mujer:

Os pais impõem o horário

Crianças acreditam que são seres totalmente livres, mas os pais devem estabelecer até onde vai essa liberdade. Jogar jogos eletrônicos até a hora que quiserem, todos os dias, não é nada sano.

Psicólogos infantis e orientadores recomendam entre uma e duas horas diárias, mas somente algumas vezes por semana. E nada disso pode ser antes de dormir, pois a exposição a luz artificial estimula o cérebro e pode inibir o sono.

Incluir outras atividades de entretenimento nas rotinas das crianças

brincando Reprodução/ Pixabay

 

O centro do mundo infantil não deve ser o mundo eletrônico. Para isso, é fundamental incorporar outras maneiras de recreação: jogos de mesa, atividades ao ar livre, esportes e brincadeiras que estimulem coordenação motora geral.

Supervisão a todo momento

É importante supervisionar as crianças e jovens quando estão jogando, sobretudo pelo perigo que representam os jogos online. Além disso, uma boa estratégia como pai e mãe é se incluir nos jogos e aprender os truques.

Dessa forma, a atividade não se converte em ilhas virtuais e acabam contribuindo para a diversão familiar.

Evite demonizar os videogames

É importante que não demonstre aos filhos que o tema te preocupa. Proibí-los por completo os deixará com maior interesse. Portanto, se eles se isolam demais, os pequenos podem ser vistos como estranhos para os demais colegas.

Preste atenção a mudanças comportamentais

Se você nota agressividade, ansiedade, depressão ou dificuldade para dormir, fique atento! Estes podem ser indícios de vício e deve ser assessorado por um especialista.

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