Jejum intermitente funciona? Nutricionista explica que não para todo mundo

Por Rodrigo Almeida

Nos últimos anos, uma das estratégias alimentares para emagrecer mais replicadas no mundo foi a do jejum intermitente, na qual o indivíduo deve ficar largas horas do dia sem ingerir nada a não ser água.

Apesar de vários indicadores de saúde melhorarem, o plano não é indicado para todos, podendo causar o efeito contrário do que a pessoa deseja.

Restrição calórica realizada de maneira saudável possui efeitos positivos, afirma o sítio Nueva Mujer. Claro, que isso tudo depende da pessoa, por isso, é importante acompanhamento com um nutricionista.

A necessidade de evitar saltar as refeições tem a ver com a sensação de fome que pode ocasionar a algumas pessoas, e como elas reagem a um jejum superior de três a quatro horas, afirma a nutricionista do Daily Foods, María Feranda Jara.

Pular a primeira refeição do dia, é uma boa ideia?

Isso tudo quer dizer que algumas pessoas têm uma sensação de fome maior na refeição seguinte, o que se traduz em uma ingesta de alimentos acima do necessário, promovendo o aumento de peso.

Uma das práticas mais habituais é saltar o café da manhã por falta de tempo. Entretanto, esta é uma das refeições mais importantes para o desenvolvimento energético do durante o dia. “Omitir o café pode ser ruim porque leva o indivíduo a tomar decisões pobres durante o dia”, assegura a nutricionista.

Segundo ela quem salta essa refeição é mais propensa a compensar comendo lanches altamente calóricos e ingerindo nutrientes críticos associados a doenças crônicas.

A recomendação de fracionamento da ingesta diária é de três a quatro refeições principais, mais lanches de baixo conteúdo energético, evitando açúcares e gorduras de má qualidade.

O importante é incluir uma alimentação saudável e balanceada, preferindo produtos naturais com menor grau de processamento industrial.

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