Dia do orgasmo: 3 fatos fascinantes que a ciência descobriu sobre o clímax sexual nos últimos anos

Por Rodrigo Almeida

No dia do orgasmo não é todo mundo que pode comemorar. No entanto, a ciência continua na busca por entender melhor como funciona melhor este mecanismo tão misterioso de prazer total.

Homens e mulheres se comportam diferentes durante o clímax, e, mesmo assim, ainda não sabemos muitas coisas sobre o orgasmo. O sítio Psychology Today preparou uma lista dos assuntos mais fascinantes encontrados nas pesquisas mais recentes, confira.

Orgasmos podem induzir comportamentos involuntário e estranhos

Nem sempre a representação hollywoodiana do orgasmo é a mais verossímil.  Um revisão de estudos, pesquisadores encontraram relatos de pessoa chorando, espirrando, tendo convulsões, rindo e até tendo ataque de pânico.

Os porquês destas reações não são conhecidos, no entanto, cientistas ainda continuam a investigar como o cérebro se comporta durante o clímax sexual.

As mulheres se preocupam mais com o orgasmo do parceiro

Um estudo recente mostrou que as mulheres têm mais motivação em assegurar que os parceiros cheguem ao prazer.

O mesmo estudo indica que quanto maior a preocupação se a relação vai durar maior a motivação da mulher no orgasmo do parceiro.

Orientação sexual e gênero são indicativos maiores de atingir o orgasmo

Um estudo com mais de 52 mil adultos nos Estados Unidos fez um raio-x de qual a probabilidades deles em atingir o orgasmo. E os resultados mostram um certo abismo:

  • Homens heterossexuais – 95% relataram ter orgasmo quase sempre
  • Homens gays – 89% quase sempre chegam lá
  • Homens bissexuais – 88% atingem o prazer máximo
  • Mulheres heterossexuais – 65% têm orgasmo
  • Mulheres lésbicas – 86% delas atingem o clímax
  • Mulheres bissexuais – 66% conseguem quase sempre chegam lá
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