Estudo determina que estes medicamentos de uso comum podem causar demência

Por Rodrigo Almeida

Uma nova pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Nottingham no Reino Unido analisou o vinculo entre alguns tipos de medicamentos e o risco de demência.

Os remédios em questão, conhecidos como anticolinérgicos, funcionam inibindo um mensageiro químico chamado acetilcolina.

O efeito é ajudar a relaxar ou contrair os músculos, e os médicos podem prescrevê-los para ajudar a trata infecções de bexiga, problemas gastrointestinais e alguns dos sintomas do mal de Parkinson.

Em um novo estudo, que analisou os dados de dezenas de milhares de pessoas, os pesquisadores concluíram que esses medicamentos podem aumentar o risco de uma pessoa de desenvolver demência.

Um aumento de quase 50% no disco de demência

A pesquisadora-chefe Carol Coupland e a equipe analisaram os registros médicos de 58,769 pessoas com demência e 225,574 pessoas sem a doença. Todos tinham 55 anos ou mais.

Entre os que sofriam da doenca, 63% eram mulheres e a idade média era de 82 anos. Para cada pessoa com demência, os pesquisadores encontraram cinco partidas de controle da mesma idade e sexo e que recebiam o mesmo tipo de atenção médica.

A professora Coupland obteve os dados da base de dados de QResearh e analisaram os registros médicos desde 2004 até 2016.

Os investigadores encontraram que os medicamentos anticolinérgicos em geral se associaram com um maior risco de demência.

No entanto, os antidepressivos, antipsicóticos, medicamentos contra o Parkinson, medicamentos para a bexiga e medicamentos para a epilepsia se associaram com maio aumentos de risco.

Entre os medicamentos receitados com maior frequência foram os antidepressivos, os medicamentos contra vertigem e os medicamentos antimuscarínicos para a bexiga.


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