Video game faz mal socialmente? Estudo diz que meninas sofrem mais que meninos

Por Rodrigo Almeida

O número de crianças envolvido em jogos eletrônicos cresceu exponencialmente nos últimos anos. As brincadeiras de rua deram lugar para as avenidas das grandes cidades e as crianças deixaram os terrenos baldios para se divertirem dentro de casa.

Na década de 1990 havia muito debate em torno do teor violento dos jogos e como eles poderiam afetar indivíduos em desenvolvimentos. Por esse motivo, pesquisas científicas sobre o assunto se tornaram frequentes.

Um estudo na Noruega acompanhou 873 crianças dos seis aos doze anos de idade para determinar quais os impactos sociais sofridos na fase de pré-adolescência.

Meninas nessa faixa etária demonstraram ser mais afetadas socialmente do que meninos. “Elas jogam vídeo game por mais tempo e podem vir a ser mais isoladas e ter menos oportunidades de praticar habilidades sociais, e isso pode prejudicar a competência delas futuramente”, diz o estudo.

Segundo a pesquisa, crianças que têm dificuldades sociais entre os oito e dez anos têm mais probabilidade de jogar vídeo game por mais tempo dois anos mais tarde. No caso dos meninos, a pesquisa concluiu que geralmente os jogos eletrônicos não fazem mal.


Conteúdo Patrocinado
Loading...
Revisa el siguiente artículo