3 fantasias sexuais consideradas 'incomuns' que são na verdade muito comuns

Por Victória Bravo

A comunidade de saúde mental usa o termo “parafilia” para se referir a interesses sexuais incomuns ou “não normativos”. No entanto, estudos mostram que algumas das principais “fantasias” deste grupo, já não são mais tão incomuns assim.

O pesquisador e educador sexual Justin J. Lehmiller, realizou pesquisas e constatou as três práticas sexuais que são tipicamente consideradas parafílicas por psicólogos, mas na verdade são bastante comuns já que um grande número de pessoas fantasia com elas.

Confira quais são:

BDSM

gif Reprodução / Giphy

O BDSM, que faz referência a escravidão, disciplina, dominação, submissão, sadismo e masoquismo, é algo que a maioria das pessoas parece ter como fantasia sexual, sendo alguns aspectos do BDSM mais populares que outros.

A coleta de dados do autor constatou entre mais de 4.000 americanos, a maioria das mulheres (93%) e homens (81%) fantasiaram ser sexualmente dominados; da mesma forma, a maioria dos homens (85%) e das mulheres (76%) fantasiou sobre dominar sexualmente outra pessoa.

Além disso, a maioria das mulheres (85%) e homens (73%) já fantasiaram estar presos durante o sexo ou amarrar outra pessoa.

Certo tipo de exibicionismo 

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Ter relações sexuais em público é outra fantasia que muitos homens e mulheres desejam. De acordo com as pesquisas do autor, 81% dos homens e 84% das mulheres já pensaram em ter sexo em público.

Essa fantasia pode ser associada ao exibicionismo; no entanto, isso é diferente da definição clínica do exibicionismo, que envolve o uso de nudez ou atividade sexual para ofender ou assediar outras pessoas.

Voyeurismo

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Uma outra fantasia que parece bastante popular, particularmente entre os homens, é o voyeurismo, ou o ato de observar uma pessoa secretamente tirar a roupa ou fazer sexo. O autor revelou que 72% dos homens e 48% das mulheres já fantasiaram sobre está prática.

Sobre o assunto, Lehmiller conclui que o que torna um interesse sexual saudável ou não, tem muito mais a ver com seus efeitos do que com o número de praticantes em si, destacando principalmente a importância do consentimento dos envolvidos.


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