5 pequenas atitudes para melhorar a vida profissional em 2019

Por Metro Jornal

Você está insatisfeito com seu trabalho? Pois saiba que você não está sozinho.

Na realidade, 72% dos trabalhadores do mundo todo não gostam dos seus empregos, segundo pesquisa da empresa de opinião americana Gallup.

Por aqui, mais de 80% dos brasileiros dizem que trocam um salário maior para poder trabalhar com o que gosta. Nesse sentido, “qualidade de vida” é a definição mais próxima de “emprego ideal” no Brasil, conforme levantamento da Catho.

Mas como chegar mais perto desse emprego ideal? Em época de recessão e desemprego em alta, sair do trabalho é difícil. Que tal, então, transformar sua vida profissional com pequenas atitudes?

Segundo a empresária e escritora Margaret Heffernan, em seu livro “O poder das pequenas mudanças” (Editora Alaúde), hábitos simples e valores novos na rotina de trabalho podem gerar um impacto extremamente positivo – tanto nas empresas e quanto na qualidade de vida dos funcionários.

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Confira 5 dicas da autora:

1- Foque em uma tarefa de cada vez
Fazer mil coisas ao mesmo tempo é sinônimo de eficiência, certo? Errado. Quem tenta ser multitarefa acaba ignorando informações importantes e demora mais nas tarefas. O ideal, segundo Margaret, é focar em uma atividade de cada vez. Isso vai aumentar a qualidade do serviço e ainda te deixar menos cansado.

2- Hora demais, produtividade de menos
Precisamos – urgentemente! – acabar com a ideia de que trabalhar demais é uma coisa boa. Margaret cita um estudo realizado com funcionários públicos durante 40 anos. Foi constatado que longas jornadas de trabalho dobram o risco de depressão e causam perda-cognitiva já na meia idade – o que inclui diminuição do vocabulário, raciocínio, processamento de informação, capacidade de solucionar problemas, criatividade e tempo de reação. Trabalhar demais pode antecipar o diagnóstico de demência e causar até morte precoce.

Segundo a autora, trabalhar mais que 40 horas semanais gera cansaço, erros e confusão. Tente respeitar esse limite.

3- Faça uma pausa (ou caminhe)
Fazer uma pausa do trabalho, além de relaxar, aumenta a criatividade.

Dar uma simples caminhada ativa partes do cérebro “que nos ajudam a encontrar os insights que necessitamos para chegar ao entendimento ou à solução de um problema. Seja ao ar livre ou na esteira, já foi comprovado que caminhar melhora a geração de ideias novas e úteis”, diz a autora.

4- Aprenda com os erros
Uma verdade sobre a vida é que todo mundo erra. Claro que é natural se cobrar, mas os erros não servem para nada se você não tirar algum proveito deles.

Independente do nível hierárquico, falhar em alguma tarefa ou cometer algum deslize em determinada função não significa o fim do mundo. Os erros não precisam ser encarados como vergonha – tente vê-los, por mais difícil que seja, como um aprendizado. “Os erros são a via crucis do progresso”, orienta Margaret.

Tenha em mente, afinal, que nada dura para sempre.

5- Não leve trabalho para casa (nem para suas folgas e férias)
O vício em trabalho é uma realidade e deve ser levado a sério – além das doenças que citamos acima, existe até nome para o trabalhador compulsivo: workaholic.

O workaholism é considerado um transtorno que leva a outros distúrbios, como depressão e ansiedade. Como qualquer outro vício, é preciso, então, se “desintoxicar”.

Segundo Margaret, o ideal é não levar trabalho para casa (nem para suas folgas e férias). Como fazer isso? Se possível, agende para as férias compromissos que sejam muito difíceis ou caros demais para serem desmarcados. Além disso, desabilite o recebimento de e-mails fora do expediente – e cogite excluir o e-mail profissional do celular durante o descanso.

Essas pequenas mudanças podem fazer da pausa um momento realmente reparador.

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