Assédio sexual pode traumatizar mulheres por décadas, dizem pesquisadores

Por Metro Jornal

O assédio sexual é algo que pode traumatizar as mulheres por décadas, segundo um estudo da Universidade Rutgers, em Nova Jersey, nos EUA. Isso porque elas seguem relembrando o caso com frequência, com memória vívidas e intensas – mesmo em casos em que não tenha sido diagnosticado Transtorno de Estresse Pós-Traumático.

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pesquisa acompanhou 183 mulheres. Entre essas, 64 tinham relatado ter sofrido violência sexual. Menos de 10% utilizavam algum medicamento contra ansiedade ou depressão. Quem sofreu assédio – físico ou mental – era capaz de relatar, com detalhes, sobre o momento da violência. Essa mulheres também afirmavam que tinham dificuldade em esquecer o evento.

Ao mesmo tempo, outros estudos também demonstram como esse crime afeta inclusive funções cerebrais de aprendizado e memória. O assédio é o principal responsável pelo diagnóstico do Transtorno de Estresse Pós-Traumático em mulheres, de acordo com a professora Tracey Shors, da Universidade Rutgers.

Shors desenvolveu uma técnica para tentar diminuir o trauma pós-assédio. O Treinamento Mental e Físico combina 30 minutos de meditação silenciosa com 30 minutos de exercícios aeróbicos, duas vezes por semana, por 1 mês e meio. Esse método ajudou a reduzir os sintomas do trauma.

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