Quem ama trai? Especialista revela quatro razões pelas quais as pessoas arriscam seus relacionamentos sendo infiéis

Por Victória Bravo

Existe um consenso entre quase todas as pessoas que vivem um relacionamento monogâmico: a infidelidade é algo incorreto. Apesar dessa conclusão, casos de traições são comuns e podem acontecer em qualquer tipo de relação.

Para Esther Perel, autora do livro “The State of Affairs: Rethinking Infidelity” (O Estado dos Casos: Repensando a Infidelidade) existem quatro razões pelas quais as pessoas arriscam seus relacionamentos e cometem uma traição.

Confira o texto traduzido e adaptado desse artigo:

1. Auto-exploração

A busca por um novo sentido do eu é provavelmente a mais poderosa dessas razões (e pode englobar as outras três). Sobre isso, Perel escreve:

“As pessoas se perdem por uma infinidade de razões e, toda vez que penso que já ouvi todas, surge uma nova variação. Mas dois temas aparecem repetidamente:

  • Questões de autodescoberta.
  • Busca por uma identidade nova (ou perdida).

Para essas pessoas, a infidelidade é frequentemente descrita como uma experiência expansiva que envolve crescimento, exploração e transformação. É uma questão de liberdade, pois quando estes indivíduos traem, não procuram outra pessoa, mas sim por si mesmos.

2. A natureza sedutora da transgressão

Às vezes, as pessoas traem em busca de adrenalina e emoção. Eles se divertem quebrando as regras.

No livro “The Erotic Mind” (A Mente Erótica), Jack Morin discute esse fenômeno com uma equação: Atração + Obstáculos = Emoção. Essa é a natureza sedutora da transgressão.

GIF Reprodução / Tumblr

 

3. O charme da vida não vivida

Esse tipo de “infiel” trai porque se sente limitados e sentem curiosidade pela experiência. Eles usam o sexo extraconjugal para ver quem poderia ter sido se tivessem escolhido um caminho diferente.

4. Sentir emoções novas

Mais uma vez, esta é uma forma de se conhecer e explorar. Os homens podem ser especialmente vulneráveis ​​a isso, porque frequentemente reprimem e não expressam suas emoções.

Para essas pessoas, independentemente do sexo, a infidelidade é mais uma liberação emocional do que uma liberação sexual. E mais uma vez, esses trapaceiros estão explorando seu eu interior.

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