Com jeito de Brasil, Gim tem ganhado espaço no preparo de drinks

Por Metro Jornal

De produção versátil, o gim pode ser produzido tanto a partir de cereais quanto da cana de açú- car. Além disso, outros ingredientes são postos de acordo com a destilaria. Os “botânicos”, como são conhecidos esses produtos naturais, conferem outros sabores à bebida, e, no Brasil, ela ganha contornos ainda mais especiais.

1 > BEG Um dos poucos que pode, de fato, ser considerados artesanal, o BEG é feito de raízes brasileiras, porém sem perder de vista a receita bretã. Nele se encontram o zimbro, a semente de coentro e a raiz de angélica. Este gim, produzido em Campinas, SP, leva ainda clássicos da flora brasileira: como as folhas de pitangueira e o sabugueiro-do-brasil. Outros ingredientes incluem notas cítricas do capim santo e das cascas do limão taiti, da mexerica e da laranja lima.

2 > Arapuru: Além do zimbro, o Arapuru leva ingredientes de todos os cantos do Brasil, como o coentro, imbiriba, puxuri, pacová, bergamota, limão cravo, aroeira, angélica, louro, hibisco e, no centro de tudo isso está a doçura do caju brasileiro. Uma sugestão de apresenta- ção é o icônico gim tônica, porém com uma variação caraíba: acrescente uma fatia de limão e uma de cajuzinho.

3 > Amázzoni: Com todo o tropicalismo brasileiro, este gim conta com diversos botânicos que são orgulho nacional como o cacau, a mexerica, a castanha- -do-pará e o cipó cravo. Este gim ganha destaque especial por ter ganhado o Word Gim Awards em duas categorias: Melhor Produtor Artesanal do Mundo e Melhor Gim Brasileiro London Dry

4 > Vitória Régia: Este é o primeiro gim orgânico do Brasil. Entre os botânicos, figuram a pimenta da Jamaica, as sementes de coentro e o cardamomo. Com a experiência de uma destilaria internacionalmente conhecida, a Yaguara, o Vitó- ria Régia é o que deve estar nas prateleiras com o preço mais acessível, mas sem abrir mão da qualidade.

5 > Virga: Um gim com jeito nacional. Na composição do Virga, além dos ingredientes obrigatórios, vai um toque da nossa cachaça em sua composição. Um traço brasileiro para o paladar. Em sua composição vão o zimbro, semente de coentro e o pacová, dado por muitos como o cardamomo brasileiro. O Virga é produzido em Pirassununga, SP, e preza pelos ingredientes locais do interior paulista.

A fim de incentivar o consumo da bebida em casa, sem depender de bares e coqueteleiros, Erico Angelis, responsável pelo The Gin Flavors, dá as dicas para preparar o Amalfi, um drinque simples e saboroso. “Em um copo gelado, coloque uma casca de tangerina e quatro cravinhos da índia. Aromatize e decore a taça com dois zests de limão siciliano. Com uma pitada de pimenta rosa e capim limão macerado a gosto, acrescente 50 ml de um bom gim. Despeje 200 ml de água tônica e sirva um gim tônica muito requisitado na Costa Amalfitana.”

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