Você acha que uma pessoa infiel pode mudar? A ciência responde

Por Metro Internacional

As pessoas que foram infiéis no passado são muito mais propensas a fazê-lo novamente, de acordo com um novo estudo.

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De acordo com a pesquisa do University College de Londres, quanto mais vezes uma pessoa engana, menos culpa ela sente.

Publicado na revista Nature Neuroscience, a pesquisa levou os participantes a mentir para ganhar um prêmio em dinheiro.

Dessa forma, os companheiros tinham que ajudar seu parceiro a adivinhar quantas moedas um jarro cheio continha.

Um grupo foi informado de que eles receberiam um prêmio em dinheiro se seu parceiro superestimasse o número de moedas, o que identificava aqueles que eles eram mais propensos a exagerar ou mentir.

Durante os testes, as análises cerebrais revelaram que a mentira provocava respostas no cérebro associadas às emoções e que cada vez que uma pessoa mentia, essa reação era enfraquecida.

Dessa forma, foi constatado que os cérebros dos mentirosos eram dessensibilizados à medida em que enganavam. Os pesquisadores chegaram à conclusão de que, se um traidor se sentir culpado por mentir pela primeira vez, ele provavelmente não sentirá o mesmo nível de arrependimento na próxima vez.

"O que nosso estudo e outros sugerem que um fator poderoso que nos impede de trair é nossa reação emocional, o quão mal nós nos sentimos essencialmente, e o processo de adaptação reduz esta reação, o que nos permite enganar mais", explicou o autor do estudo Neil Garrett, psicólogo do University College London, ao Elite Daily.

Um artigo publicado no Archives of Sexual Behavior também descobriu que aqueles que traíram em seu primeiro relacionamento eram três vezes mais propensos a fazer o mesmo em sua próxima relação.

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