Copa feminina: Estados Unidos chegam a mais uma semifinal, agora frente a ascensão da Inglaterra

Por Metro Jornal

De um lado, o maior vencedor da Copa do Mundo feminina de futebol, os Estados Unidos, com três títulos. Do outro, uma seleção que tem pouca história na disputa, a Inglaterra, mas que no último Mundial bateu na trave e esse ano mostra um jogo de primeira linha. Esses são alguns dos elementos que fazem da semifinal de Lyon hoje, às 16h, no Mundial da França, uma disputa que não dá para perder. Quem vencer garante uma vaga na final.

Os EUA já chegaram na decisão por quatro vezes em sete edições do Mundial, e perdeu apenas uma – nas outras três vezes que não foi a final, parou na semi. São números impressionantes de um grupo que desde 1991 sempre mostrou estar a frente das outras competidoras, como referência técnica e física.

Símbolo dessa potência é a atacante e líder da equipe este ano, Megan Rapinoe. Com cinco gols e quatro assistências neste Mundial, ela é um exemplo para nova geração de mulheres nos Estados Unidos que nutrem o sonho de jogar futebol. Ao lado dela e não menos importantes existem outras grandes jogadoras, como Alex Morgan, que se destacou nesse campeonato com cinco gols marcados.

A novidade

Se a comparação for número de gols e talento, a inglesa Ellen White não fica atrás. Ela tem sido a referência da Inglaterra até aqui, com também cinco tentos, e presença marcante na campanha de sua seleção.

Criadora do futebol, a Inglaterra não tem muita história na competição feminina. Em sete Copas, conseguiu um até então surpreendente terceiro lugar no Mundial de 2015. A partir daí passou a investir pesado para colher melhores frutos. O resultado veio na França, com um futebol maduro, de defesa sólida e ataque pragmático.


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