Superliga faz jus ao nome e reúne 11 campeões olímpicos do vôlei masculino

Por Neto Del Hoyo/ Metro Maringá

A bola já está no ar para a 25ª edição da Superliga Masculina de Vôlei. A competição começou na terça, com o confronto antecipado da 6ª rodada entre Vôlei Renata (SP) e Sada Cruzeiro (MG), já que o time mineiro disputa o Mundial de Clubes na Polônia, entre os dias 26 de novembro e 2 de dezembro.

Com 11 dos 12 campeões olímpicos pelo Brasil na Olimpíada Rio-2016, a competição chega à temporada 2018/19 fazendo jus ao nome.

Do grupo campeão olímpico, apenas o levantador Bruninho está jogando fora do Brasil (atua na Itália). A presença de nomes como Lipe, Lucarelli, Wallace e Serginho, deixa claro o nível atingido pela competição. Nível que seduziu jogadores de fora, como o central francês Le Roux e o ponteiro norte-americano Taylor Sander.

O que não mudou é o favoritismo do Sada Cruzeiro. Com um elenco recheado de estrelas, o clube viu a maioria dos times correr atrás de reforços para tentar quebrar sua hegemonia de campeão consecutivo das últimas cinco edições.

A competição

Neste ano, as grandes novidades estão nas fases decisivas. Os playoffs de quartas de final serão em melhor de três jogos, enquanto as semifinais e as finais serão decididas em melhor de cinco.

Outra novidade é que, a partir das semifinais, o sistema de desafio (uma espécie de VAR – árbitro de vídeo) estará à disposição em todos os jogos.

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