Craque da Croácia pode ser condenado a até 5 anos de prisão depois de fazer história na Copa do Mundo

Por Victória Bravo

Os resultados da Copa do Mundo na Rússia cobriram um escândalo que assola o futebol croata: o caso Mamic.

A polêmica protagonizada pelo ex-presidente da Federação Croata de Futebol, que envolve alegações de corrupção e a possível prisão de Luka Modric por falso testemunho, foi esquecida diante da final do Mundial.

Modric, que joga no do Real Madrid, é suspeito de ter sido cúmplice do dirigente mais poderoso do país. Segundo o tribunal de Osijek, ele teria recebido ilegalmente 50% do dinheiro da sua transferência quando foi para o Tottenham da Inglaterra.

Como naquela época o jogador foi representado pelo filho do líder (Mario Mamic) em seus contratos havia certas cláusulas que forçaram Modric a compartilhar seus lucros com o agente. Alguns acordos que não só se aplicaram com ele, mas com um grande número de jovens que prometiam um futuro de elite no futebol.

Foi assim que Mamic foi condenado a seis anos e meio de prisão, juntamente com o ex-presidente do Dinamo Zagreb, Damir Vrbanovic, que recebeu três anos.

No entanto, mesmo sendo considerado suspeito por declarar informações falsas diante do tribunal, a situação legal de Modric foi esquecida rapidamente pelo Escritório de “Luta contra a corrupção e o crime organizado” do país.

A estrela croata se defendeu argumentando que, ao assinar o registro legal do seu testemunho em 2015 não tinha lido boa documentação, mas seu ex-advogado confirmou que ele leu os registros duas vezes antes de assinar.

A pena poderia ser de cinco anos de prisão. No entanto, os atuais líderes da Federação Croata de Futebol enviaram uma declaração em que garantem a inocência do seu capitão. A empresa diz que é está “profundamente convencida da credibilidade do testemunho de Luka Modric tribunal ao tribunal de Osijek”.

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